segunda-feira, 30 de março de 2009

Papo de churrasco de domingo.

Domingo passado, churrasco básico na casa de um casal de amigos. Eu, os dois, mais um casal, mais três amigos de trabalho deles. Muita cerveja e vinho... Pra eles! Porque eu não podia beber. Prefiro não lembrar dessa parte, pois me dá aflição!

Bom, esses foram, basicamente, os assuntos do dia:

- Na madrugada desse domingo aconteceu a primeira corrida de Fórmula 1 do ano, cheia de novidades, com a equipe do “Rubinho” como favorita! O cara chegou em segundo lugar, depois de errar na largada, encostar duas vezes em outros carros e “herdar” a segunda posição por erros de adversários. Sorte ou azar? Em se tratando de Rubinho, não dá pra saber se o “pé-frio” vai continuar. Uns torcem, outros desacreditam. Enfim, ninguém chegou a nenhuma conclusão!

- Como eu não estava bebendo, fiquei mais atento às conversas ao meu redor. Do meu lado, uma amiga estava lembrando que deixou o “filho” sozinho, para poder ir ao churrasco. Mas tinha deixado tigelas cheias de água e ração. Fiquei tentando imaginar os álbuns de família e os comentários sob as fotos: “Rex, lindo da mamãe!” Fingi que não estava escutando, pra não ser obrigado a dizer o que penso...

- Quando a turma começou a ficar alegre, “o cara” soltou a de sempre: “Alguém conhece aquela música ‘one, two, three’ do Roberto Carlos?” Como ninguém respondeu, mas voltou sua atenção a ele, curiosos, ele solta a pérola: “Vou cantar... One, two, three...vi um sonho... sonho mais bonito... que sonhei em toda a minha vida”. Voltaram a beber. Era o melhor a fazer.

- Quando saí do banheiro, a roda de discussão fervorosa já estava formada. Uma amiga, de personalidade forte, já esbravejava: “Qual o problema de eu andar pelada dentro da minha casa?” O outro soltou: “E se estiverem passando na rua e tirarem uma foto sua e colocar na internet?” “Eu processo.” Ela respondeu. E ele: “Mas você, andando pelada pela casa, assume esse risco!” Sobrou pra mim, claro, por ser advogado. “E aí?” – perguntaram. “É crime?” Bom, eu disse que preferia fechar janelas e portas quando estiver pelado dentro de casa. Evitei trabalho num domingo e mudamos de assunto.

- Mal tinha começado o jogo de Equador X Brasil (horrível, por sinal!), o amigo da dona da casa que conheci nesse dia, olhou pra turma que estava com o olho ligado na TV e afirmou categórico: “Não acredito que vocês gostam de futebol.” A partir daí começou verdadeira reflexão de boteco do porquê as pessoas gostam de futebol, correm atrás de uma bola, assistem BBB’s da vida, etc. Várias opiniões individuais surgiram. Conclusão: ninguém chegou à conclusão nenhuma, apenas que gostamos de coisas diferentes. Ponto.

- Estava sentado numa mesa de truco, quando lembrei que tinha casa e mulher, e avisei à mesa que ia embora perdendo ou ganhando. Um amigo da outra dupla, bem mais jovem que os demais, soltou o infeliz e ultrapassado comentário: “Aí tá dominado pela mulher!” Bom, como sei que o rapaz é bem mais jovem e ainda vai ter alguém pra respeitar um dia, achei melhor sorrir e concordar. “Ela manda”, respondi. Acabou a partida e fui embora. Só pra constar, ganhamos e ele ficou nervoso. Coisas da idade.

- Bom, eu já disse que não bebi nada esse dia. Observando a turma, cheguei a algumas interessantes conclusões:
-Quem não bebe não acompanha o raciocínio nem o humor dos bebedores.
- O bafo de cachaça e cigarro dos outros é muito ruim, o que me fez pensar sobre eu mesmo quando bebo.
- Fiquei com água na boca o tempo todo.
- Todo mundo pergunta por que não estava bebendo.
- Fiquei chato.

O resto do papo é proibido até para maiores...

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Papo de boteco: SAAAAAIIIII....

O “sofrimento” vira piada depois de tempo e muito boteco.
Eu e mais dois amigos fomos pra uma cidade de veraneio passar o fim de semana, na casa de um deles. Eu pra fazer companhia para os dois, que tinham terminado os relacionamentos naquela semana. Naquele mesmo dia, recebi um telefonema, e era mais um solteiro. Pronto! Dia perfeito pra dor-de-cotovelo!
Fomos ao mercado e compramos vodka (cada um com a sua). Violão nas costas, gelo no isopor e estávamos nós, lá na praça, cantando as mágoas.
Restando “dois dedos” na garrafa de cada um e já nem lembrando o nome um do outro, fomos pra casa, pra tentar descansar.
Eu e mais um amigo ficamos conversando na varanda, deitados na rede, enquanto o outro entrou e foi tomar banho.
Quinze minutos depois, nos assustamos com um grito dentro da casa: “SAAAAAAAAIIIIII!!!!” “SAAAAAAAIIIIIII!!!”
Pulamos da rede e perguntamos se poderia ser algum animal que entrou na casa, espírito, sei lá, qualquer coisa!
Entramos correndo e nos deparamos com a seguinte cena: no banheiro de porta aberta, debaixo do chuveiro, pelado, com a mão direita encostada na parede e a cabeça virada pra baixo, em posição de quem ia golfar, o indivíduo continuou gritando: “SAAAAAAIIII CACHAÇAAAAAA!!!! SAAAAAAIIIII!”
Essa já é domínio da turma.
Artista!

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Papo de boteco: chuta que é macumba!

Essa aconteceu com dois amigos, voltando pra casa, quase amanhecendo o dia, um de carona.
Parece mentira, mas vindo desses aí já é comum.
Quando chegaram à porta da sua casa, o amigo desceu, cambaleou até a porta e entrou.
Pouco tempo depois, sua mãe, assustada, acordou-o aflita, chamando para ver o que tinha acontecido.
Foi ele lá e presenciou: na frente do portão de entrada, umas dez velas coloridas estavam acesas e derretendo já pela metade...
Até explicar pra mãe que era brincadeira do amigo que lhe deu carona, e esta acreditar, foi tempo.
O que não a impediu de rezar o resto do dia...
O cara é um artista!

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terça-feira, 24 de março de 2009

Cotas na Universidade: Fator de desagregação social

Fatos:

1 - A universidade é acessível para todos, através de um vestibular.
2 - O vestibular qualifica os mais preparados, independentemente de raça, credor, cor, condição social, cor dos olhos, tamanho da mão, tipo sanguíneo... Como eu disse, é fato!
3 - A maioria das vagas é ocupada por alunos de ensino privado e público de qualidade superior.
4 – Os fatos anteriores comprovam empiricamente que o erro está na qualidade inferior do ensino de escola pública, NUNCA, JAMAIS, NA UNIVERSIDADE!

Solução:

Ora, com base nas informações acima, a única solução possível para o problema de ensino no Brasil é a melhoria dos ensinos fundamental e médio, onde estuda a maioria da população carente do país, elevando-os ao mesmo patamar das escolas que conseguem colocar seus alunos numa universidade. Simples assim! Sem tecnicismos e complexidades.

Mas... Porém... Contudo... Todavia... Onde a Política (ou politicagem, como preferir) estende seus ferozes caninos em busca de seus necessários votos, tudo muda de figura.

Como sabemos, já está no Congresso (significa que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados), o projeto de lei que pretende ‘segregar’ metade (isso mesmo, metade!) das cotas das universidades públicas para alunos de baixa renda, “pardos”, advindos de escolas públicas.

Algumas universidades, geridas por reitores ligados a conhecidos partidos políticos, já aderiram ao sistema, criando uma das primeiras consequências desse absurdo projeto: alunos sem a devida qualificação tomaram o lugar de alunos que comprovadamente aprovados nos vestibulares. Em outras palavras, alunos com nível de escolaridade comprovadamente menor tomam vagas de alunos que ingressam pelo sistema normal, sem reserva de cotas.

Se o projeto vingar, consequências muito mais nefastas surgirão no decorrer do tempo. Uma delas, certamente, é a diminuição na “qualidade da aprendizagem”, em curto prazo, e, fatalmente, na “qualidade do ensino”, em médio prazo. Sem falar no nível de pesquisa do país, que dependem de contribuições e patrocínio para sobreviver.

Alguém que vai investir seu dinheiro em algo duvidoso?

Eu sei, obviamente, que muita gente defende esse sistema sob os mais diversos fundamentos: que parte dos brasileiros não consegue acesso à universidade (e aos benefícios sociais) devido à herança cultural escravagista do país, que os técnicos chamam de “grupos étnicos historicamente prejudicados”, que a má distribuição de renda e a segregação da população pobre é uma questão antropológica, etc. A essas pessoas, deixo clara a minha opinião: nada disso me importa!

Não pretendo discutir aqui sobre pobre, rico, feio bonito, aquela raça ou aquela outra, que, para mim, é bobagem que existe. Qualquer tipo de preconceito, para mim, é burrice! Coisa de gente intelectualmente inferior, com mentalidade ultrapassada. Existe uma raça só, o “ser humano”, a quem precisa ser dado todo tipo de oportunidade!

Importa-me, por isso, a justiça a qualquer custo!

Ora, se alguns alunos conseguem atingir as notas necessárias no vestibular para ingressar na universidade, e outros não, onde está o problema? Na universidade?

A solução é abrir vagas às pancadas, num modelo americano que não deu certo? Ou resolver o problema dos ensinos fundamental e médio?

Num momento especial em que vive o país, em que a mídia vem destacando os assuntos relacionados à educação, dando ênfase à má qualidade de ensino do país e à meritocracia como uma de suas soluções, a politicagem resolve, simplesmente, ignorar qualquer tipo de discussão e apela, mais uma e cansativa vez, ao populismo.

Colocar gente despreparada nas universidades é populismo. É a forma mais fácil de conseguir comprar votos sem ter que pagar.

Mas a que custo?

O sistema de cotas não resolve qualquer problema de hipotética discriminação, porque cria, por outro lado, um problema de discriminação para os grupos não beneficiados.

E mais, o sistema de cotas trata da consequência e não da causa do problema.

Investir na infra-estrutura da educação é uma solução que demanda tempo, talvez décadas, mesmo sendo a melhor possível (a única!). Só que o mandato no Brasil é de oito anos para os senadores e quatro anos para os demais cargos do executivo. Seria muito pretender que um governante deixasse seus louros para outros colherem em seu lugar.

É uma solução paliativa, que cria um problema futuro muito maior. Enfim, se essa decisão retrógrada e monstruosa passar, veremos o país dar um tiro no próprio pé, a passos largos no caminho contrário ao da evolução.

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domingo, 22 de março de 2009

Improvável: humor inteligente na net!

Para quem ainda não conhece, vai aí um aperitivo do espetáculo "Improvável", a comédia stand up que conquistou o país!

Confira:





Mais "Improvável" no Youtube, clicando aqui.

Entre no site "Improvável" clicando aqui.

Divirtam-se!

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sábado, 21 de março de 2009

Papo de boteco: Stop!

Essa verdadeira pérola rolou num encontro de amigos, alguns solteiros e alguns casais, passando o final de semana numa casa de chapada, muito violão, truco e, claro, conversa fiada!
Depois de “algumas na cabeça”, e depois de atualizarmos as notícias mais comentadas da semana, surgiram os temas mais interessantes.
Aí veio essa da cabeça fértil de um amigo: vamos brincar de “Stop”!
(Lembra-se daquela brincadeira em que sorteávamos uma letra e tínhamos que descrever nomes, cidades, frutas, etc., começando com essa letra? Então)
O desafio: as descrições deveriam conter a palavra “SKOL”!
Até anotei, pra não esquecer o que saiu:

País: SKOLcia
Fruta: SKOLrambola
Comida: SKOLdado
Carro: SKOLrola, SKOLrt (passou assim mesmo)
Objeto: SKOLtilha
Animal: SKOLravelho
Doença: SKOLnorréia

Foi o que lembrei. Aliás, não tem como esquecer.
Ô cabeça privilegiada!
E o final de semana estava apenas começando.

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Papo de boteco: o mal do amor...

Essa é demais!
Aconteceu há pouco tempo, quando um grande amigo nosso (que não vou nomear pra preservar o rapaz... rs), depois de literalmente levar um “pé-na-bunda” da mulher (sabe-se lá o motivo), sentou com a gente pra chorar suas mágoas. Nós, muito solidários, claro, passamos a tarde bebericando e relembrando “causos” engraçados da turma, pra tentar animá-lo.
Lá pelas tantas, percebendo que o chorão já não tinha a mínima condição de lembrar o próprio nome, atingimos o nosso objetivo: fazê-lo esquecer, mesmo que por pouco tempo, a grande e recente decepção amorosa!
Como santo de bêbado é sempre forte, quinze minutos depois desponta no fim da rua a mãe do amigo, pra levar pra casa a carcaça do rapaz.
Tudo bem que beber nesse tanto não é aconselhável, mas como curar o mal do amor???
Com o filho no ombro e já agradecendo o pessoal pelos “cuidados”, virou-se e começou a caminhar, quando, de repente, toca aquela velha e conhecida música de dor-de-cotovelo: “Perguntaram pra mim... se ainda gosto dela...”
Pra quê?!
Foi a facada que faltava no infeliz, que prontamente, e cambaleando, respondeu:
“- E eu gosto, mamãe... e eu gosto!”
“Pára com isso meu filho, tá cheio de mulher nesse mundo... Logo, logo, você encontra outra.”
E ele, irretratável, em prantos:
“-Mas não é dessa, mamãe... não é dessa!”
E nós ouvindo aquilo, só esperando a ressaca dele passar...

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Toquinho, para refletir...






CARTÃO POSTAL

"Bem de manhã cedinho
Chega a vida de mansinho
Na praia alguém sozinho
Correndo atrás do sol.

Ao lado, quinze andares
Fazem sombra aos pescadores.
Na esquina, dois senhores
Discutem futebol.

A isso eu junto um sonho desfeito,
Um despeito e uma paixão.
Um mau pressentimento
E um bom samba-canção.
Um amor antigo,
A mão de um amigo
E um cartão que me mandaram
Mas nunca chegou.
Nesse cantinho de quarto, sozinho
Penso em todo o tempo que passou.

Depois da caipirinha
Feijão preto com farinha.
Uma garoa fininha me dá satisfação.
Na praça, à meia-noite,
Contra o muro, bicicletas.
A cauda de um cometa riscando a escuridão.

A isso eu junto um amor profundo
E um perdão que não neguei.
Um batizado e um cheque sem fundo que passei.
Junto, no ato, o azul de meu quarto
E essa vida que é um enfarto no meu coração.
Hoje se parte.
Partir é uma arte que faz tudo ser recordação. "

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Papo de boteco: o machista.

Em roda de amigos tem gente de todo jeito.
Tem o intelectual, tem o conselheiro, tem o bom ouvinte, tem o tagarela, tem o workaholic, tem o machista... Falando em machista, me lembrei de uma reunião num boteco, onde estavam também as digníssimas esposas, namoradas e acompanhantes.
O papo rolando agradável... Falando de casais que se ajudam em casa, cuidam juntos dos filhos etc.
Num determinado momento, um amigo solta a pérola: “- Eu não troco uma fralda do meu filho!!!”
Alguns amigos riram, já conhecendo a figura, mas as mulheres, na sua totalidade, entreolharam-se perplexas!
E, para piorar, ele ainda continuou: “- Eu já trabalho o dia inteiro, levo dinheiro pra casa, e ainda tenho que trabalhar em casa? Tá louco?”
A mulher dele até quis justificar, mas o rebuliço estava formado.
“Em que século você vive, seu troglodita?!” Essa foi, em resumo, a frase mais falada pelas mulheres, enquanto o instigador ria...
Bom, pelo menos mais uma hora de discussão estava garantida.

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Papo de boteco: o consciente.

Conversa de boteco é igual a papo de pescador: sempre aumentam o tamanho do peixe. Numa mesa de bar é assim, principalmente numa roda de amigos que saem juntos com frequência. Um simples boato ou um fato acontecido com um deles, ganha mais um capítulo a cada reunião. Vira história obrigatória!
Quer ver?
Um amigo, certa vez, tomou umas a mais e, quando voltava pra casa, findando a madrugada, consciente (ou inconsciente, rs) do seu atual estado de embriaguez, simplesmente parou o carro no acostamento de uma das principais avenidas da cidade, encostou a cabeça no volante e dormiu... com o motor ligado!
Disse ele, no outro dia, que acordou logo ao amanhecer, se espreguiçou e foi pra casa, se preparar para o seu trabalho.
Como eu disse, essa foi a versão dele.
Na primeira vez que reunimos os amigos num boteco, a história ganhou novas caras. Um amigo afirmou, fonte segura, que o pinga ruim foi acordado com batidas na janela por um policial: “- Eu tô bem, seu guarda, só não estava me sentindo bem e “resolvi” parar pra descansar...”
Ao ver o estado vergonhoso do ressaqueado, o policial penalizado: “- Vai pra casa, filho.”
No boteco seguinte, o policial já era mulher...
No próximo, a policial já era bonita e, inclusive, trocaram telefones...
Enfim, essa história ainda vai longe!

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Drumond, para refletir.

"Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção. Pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e neste momento houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante e os olhos encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente divino, o amor.
Se um dia tiver que pedir perdão um ao outro por algum motivo e em troca receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.
Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas lágrimas e enxugá-las com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer momento de sua vida.
Se você conseguir em pensamento sentir o cheiro da pessoa como se ela estivesse ali do seu lado...
se você achar a pessoa maravilhosamente linda, mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos emaranhados...
Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que está marcado para a noite...
Se você não consegue imaginar, de maneira nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...
Se você tiver a certeza que vai ver a pessoa envelhecendo e, mesmo assim, tiver a convicção que vai continuar sendo louco por ela...
Se você preferir morrer antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida. É uma dádiva.
Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou encontram um amor verdadeiro. Ou às vezes encontram e por não prestarem atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer verdadeiramente. É o livre-arbítrio.
Por isso preste atenção nos sinais, não deixe que as loucuras do dia a dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o AMOR.
Quando discutirem, não deixem que seus corações se afastem e digam palavras que os distanciem mais... chegará um dia que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta!!!"

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Você sabia? 10 dúvidas sobre a cerveja.

1. A CERVEJA MATA? Sim. Sobretudo se a pessoa for atingida por uma caixa de cerveja com garrafas cheias. Anos atrás, um rapaz, ao passar pela rua, foi atingido por uma caixa de cerveja que caiu de um caminhão levando-o a morte instantânea. Além disso, casos de infarto do miocárdio em idosos teriam sido associados as propagandas de cervejas com modelos boazudas.

2. O USO CONTINUO DO ALCOOL PODE LEVAR AO USO DE DROGAS MAIS PESADAS? Não. O álcool é a mais pesada das drogas: uma garrafa de cerveja pesa cerca de 900 gramas.

3. CERVEJA CAUSA DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA?
Não. 89,7% dos psicólogos e psicanalistas entrevistados preferem uísque.

4. MULHERES GRÁVIDAS PODEM BEBER SEM RISCO?
Sim. Está provado que nas blitz a polícia nunca pede o teste do bafômetro pras gestantes. E se elas tiverem que fazer o teste de andar em linha reta, sempre podem atribuir o desequilíbrio ao peso da barriga.

5. CERVEJA PODE DIMINUIR OS REFLEXOS DOS MOTORISTAS?
Não. Uma experiência foi feita com mais de 500 motoristas: foi dada uma caixa de cerveja para cada um beber e, em seguida, foram colocados um por um diante do espelho. Em nenhum dos casos, os reflexos foram alterados.

6. A BEBIDA ENVELHECE?
Sim. A bebida envelhece muito rápido. Para se ter uma idéia, se você deixar uma garrafa ou lata de cerveja aberta ela perderá o seu sabor em aproximadamente quinze minutos.

7. A CERVEJA ATRAPALHA NO RENDIMENTO ESCOLAR?
Não, pelo contrário. Alguns donos de faculdade estão aumentando suas rendas com a venda de cerveja nas cantinas e bares na esquina.

8. O QUE FAZ COM QUE A BEBIDA CHEGUE AOS ADOLESCENTES?
Inúmeras pesquisas vinham sendo feitas por laboratórios de renome e todas indicam, em primeiríssimo lugar, o garçom.

9. CERVEJA ENGORDA?
Não. Quem engorda é você.

10. A CERVEJA CAUSA DIMINUIÇÃO DA MEMÓRIA?
Que eu me lembre, não.

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sexta-feira, 20 de março de 2009

Pérola do Boteco: "Beatles Tube". Todos os vídeos dos Beatles com letra!


Pra quem gosta dos Beatles, mas não tem tempo e nem paciência de ficar procurando na net, descolamos um verdadeiro "achado": BEATLES TUBE.


O site contém todos os vídeos já gravados com letras, e informações de todos os álbuns e filmes da banda (que podem ser assistidos na íntegra, no próprio site), e, o melhor, organizados em ordem alfabética!

Enfim, um verdadeiro item de coleção, para se ter nos "Favoritos".

Aproveitem.

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quinta-feira, 19 de março de 2009

Ainda somos os mesmos...

Outro dia recebi um e-mail “descendo o sarrafo” no atual cenário musical do Brasil. No decorrer da leitura, confesso que entrei em total sintonia com o autor, ao praticamente excomungar os axés, pagodes, românticos, “emos”, duplas, pop infanto-juvenil (que atualmente chamam de rock nacional) e afins da vida.
Subitamente senti vergonha por me sentir assim, não por gostar de coisas que são consideradas de qualidade superior, como MPB, um bom jazz ou um blues, mas por me esquecer de uma coisa importante: as pessoas são diferentes!
E tem, mais, ainda achamos que as músicas de nosso tempo foram as melhores.
É, como diria o poeta, “ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais...”
Ora, a finalidade de uma música não é somente ser extremamente elaborada, rica em harmonia e letra. Não tem que necessariamente ser uma obra-prima.
As músicas ou estilos musicais podem até ser diferentes, mas as sensações que elas provocam nas pessoas, de paixão, devoção, admiração, saudosismo, alegria, etc., são as mesmas em cada um, independentemente do seu “gosto musical”.
Posso não gostar, não comprar e não ouvir, mas respeito, porque o que define a qualidade da música é, também, a reação que ela provoca numa pessoa.

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Você sabia???

A cerveja contem 90% de água, e o restante é composto de malte, cereais (arroz, milho), lúpulo e leveduras, ou seja, é praticamente uma granola!


(Beba com moderação)

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Mais uma do Chapolin...





E o Chapolin Colorado da Venezuela, aspirante a Fidel Castro, seu ídolo, Hugo Cháves estatizou, dessa vez, portos e aeroportos, rumo à velha e ultrapassada ditadura.
Bom, se até as universidades já o foram, ensinando agora tudo o que é de "esquerda", e que o mundo já viu ruir diversas vezes, por ser um sistema fracassado, agora começa a tomada dos serviços particulares.
Pois é, seria cômico, se não fosse trágico, assistir ao nascimento de mais uma ditadura no mundo, e bem no nosso quintal...
E o mundo, e principalmente, a América do Sul, apenas assistem o general enquartelado zombar de tudo: "Não contavam com a minha astúcia!"

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Um dia vai ter que acontecer!



Cada vez que vejo na TV uma invasão do MST, meu sangue ferve!

Que raios de democracia (leia-se governo) que é conivente com a invasão financiada de propriedades particulares, cujos proprietários pagam regularmente seus impostos e tem título do próprio governo atestando que são suas???

Essa palhaçada acaba no dia em que o chefão do Brasil tomar uma postura de líder e dizer em rede nacional que invadir propriedade alheia é crime! Cadê o respeito à constituição?

Isso tá parecendo velho oeste, quando ainda se brigava por demarcação de terras.

Será que um dia um governante sério, ético e com caráter (eu sei que é meio difícil, mas...) põe as coisas nos seus devidos lugares?

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Trechos de um livro quase pronto - Parte 2

"Pensou em seu ‘deus’ e, observando a natureza que desvendava-se aos seus olhos, ratificou mais uma vez a sua indubitável existência. Qual teria sido o primeiro contato do homem com esse pensamento, o da existência de um ser superior e criador de tudo? E começou a pensar sobre os povos antigos e o medo que deviam ter da natureza indomável, das chuvas, dos terremotos, da força das águas, do fogo, da noite escura, do sol. Assim formaram-se os primeiros deuses, o deus do sol, o deus do fogo, o deus das águas, o deus dos ventos, e assim começou o respeito e a adoração. Todos os povos antigos, sem exceção, cultuavam vários deuses, eram politeístas, como algumas tribos e comunidades isoladas, ainda hoje. Porém, sempre havia entre esses deuses um que era o mais notável, o mais sábio ou o mais forte. Na Grécia, por exemplo, berço da mais rica mitologia, que influenciou todos os povos ocidentais, e que fazem parte, até hoje, de vários mitos e crenças populares, o deus superior era denominado ‘Zeus’, que era o ‘chefe’ do Olimpo, habitat de todos os deuses. Fica claro, sem dúvida, que é inata ao ser humano a necessidade de acreditar em um deus; isso, falando com a razão. Interessante é que esse sentimento, essa crença num ser superior, aparece naturalmente em pessoas com um pouco mais de raciocínio e lógica; nos outros casos, as pessoas acabam simplesmente aceitando a imposição dos pais e do ambiente em que nasceram e foram criadas, como comunidades religiosas e aí por diante. Outras acabam se tornando ateias, por se acomodarem com a sua instrução e desistir de buscar respostas; ou até mesmo por excesso de razão. Julgam que o que aprenderam através de ensinamentos nos alfarrábios é suficiente para explicar a composição de nosso corpo físico, os nossos sentidos, os nossos pensamentos; julgam que os nossos sentimentos e nossos desejos são resultados de reações químicas do nosso organismo; julgam que a nossa experiência, a nossa evolução e tudo o que aprendemos nessa breve passagem, se perde com a morte física do nosso corpo material, tornando, assim, a nossa vida efêmera e sem sentido, sem perceber que, desta forma, menosprezam a nossa existência e o próprio ser humano. E, talvez por desídia, desistem de tentar descortinar os véus do desconhecido, já que, para eles, não existe desconhecido, uma vez que têm a explicação científica de tudo."

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Trechos de um livro quase pronto - Parte 1

"Que dia lindo! Será que todos os dias eram assim naquele calçadão? A grande maioria das pessoas está tão ocupada com seus afazeres diários que não se dão conta da beleza do que está à sua volta. Encontramos alegria em pequenos momentos de nossa vida, ao conhecermos lugares, ao conhecermos pessoas; ao perceber que os lugares e as pessoas mudam. Nós mesmos mudamos todos os dias. Se formos senhores de nós mesmos, podemos controlar facilmente essas mudanças, na direção que quisermos...
Lembrou-se de um ensinamento de seu pai, que sempre dizia que a maturidade de uma pessoa não se mede pela quantidade de anos da mesma, mas, sim, pela quantidade de experiências vivida por essa pessoa e o que aprendeu com elas. E quantas experiências temos todos os dias! Cada dia é uma nova experiência. Sobreviver é uma experiência. Amadurecer é uma experiência. Conviver com o próximo é uma experiência mais fascinante e difícil ainda. Todavia, as pessoas se acomodaram, e deram o nome desse aprendizado de ‘cotidiano’, como se tudo fosse normal. Nascemos, crescemos e morremos, somente? A vida não podia ser só isso! Que importância teríamos para o contexto universal se fossemos inertes?! Existimos sem nenhum fundamento e nenhum propósito, por mais insignificante que seja?! Onde estaria o nosso livre-arbítrio?! Não o temos?!
Nossa vida, essa breve e rápida passagem, está em constante evolução, desde que nascemos, quando aprendemos a caminhar, a pronunciar nossas primeiras palavras, organizar nossos pensamentos e dar nome às coisas; depois vem a juventude, quando a nossa mente adquire a capacidade de perceber o certo e o errado, e de formular um conceito pessoal de moral; depois entramos na fase adulta, em que aplicamos e praticamos essa moral, e nos tornamos empíricos; por derradeiro, chegamos à velhice, fase em que nos desgarramos, em regra, dos prazeres materiais, e voltamos nossa atenção ao pouco tempo de vida que ainda temos, à família, aos desejos e prazeres da mente. É inequívoca a evolução do nosso corpo material. Todavia, existem fatos e conceitos que não são explicados nem pela ciência e nem pela experiência. Como explicar o dom de tocar um instrumento musical? Todos o têm? Não. Por mais que se desenvolva a aptidão de tocar esse instrumento, estudando a vida inteira para aperfeiçoar-se, alcançando um razoável grau de habilidade, surge repentinamente um prodígio, que ama seu instrumento e fecha os olhos de prazer quando o toca, e causa desalento àquele estudioso. Outro exemplo é aquele rapaz jovem, filho de pais miseráveis, que esmolam nas ruas para poderem, no mínimo, fazer uma refeição modesta por dia, que, não obstante todos os percalços do caminho, contrariando todas as probabilidades, se destaca em seus estudos e ‘vira doutor’. Teria ele desenvolvido essa aptidão através de seu corpo físico? Ou haveria a possibilidade de ele ter trazido consigo, nessa vida, a experiência de existências anteriores? E os médiuns? E as curas milagrosas, que ‘habilitam’ um ser humano a ser santo, depois de aprovado por um ‘líder’ de uma entidade religiosa, que chancela a sua autoridade? Não há como explicar todos esses fatos apenas com as instruções que adquirimos nas nossas escolas e em nossos lares. Existe algo mais. Júlio acreditava e queria acreditar nisso. Querer é importante para buscar e saber."

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1001 discos para ouvir antes de morrer

Mesmo não gostando de estatísticas e não acreditando muito em “listas” dos melhores em alguma coisa, como apaixonado por música e leitura que sou, nem pensei ao me deparar com o livro “1001 DISCOS PARA OUVIR ANTES DE MORRER”: comprei na hora!
Tudo bem, vá lá que devido à grande quantidade de artistas e diversidade de estilo, um guia de referência é até bem vindo.
Comecei a lê-lo com calma, pra degustar mesmo. É um livro de 960 páginas, tem na capa o ex-baixista do Sex Pistols, Sid Vicious, imagens e histórias de bastidores e a influência que esses álbuns causaram. Os discos foram escolhidos por 90 “críticos e jornalistas de renome internacional”.
Depois de uma rápida olhada, notei que tem (ainda me acostumo com a reforma ortográfica) os bons e velhos clássicos que estariam na lista até mesmo dos menos sensatos, desde que tivessem dois ouvidos.
Mas, no contexto geral, que decepção!
Bom, pra se saber o porquê das escolhas, temos que saber quem são os escolhedores. Não é assim?
Dos 90 “críticos e “jornalistas”, 90% são americanos e ingleses. Nenhum brasileiro! Não que tivesse necessariamente que ter um brasileiro, mas a escolha não é dos 1001 discos pra se ouvir antes de morrer? Do mundo todo? Não devia ter mais críticos de outros países.
Assim, fica claro no livro a panelinha formada de escolhas. Muita música pop e coisas sem sentido.
O livro peca também por não apreciar muito o jazz e o blues. Mas é carregado de soul, hip hop e afins.
Quem pensa que estou indignado à toa, espere eu acabar esse artigo, que você vai concordar comigo.
Só pra início de conversa, o livro não homenageia uma obra de Chico Buarque. Chucky Berry também está de fora. Nem Ivan Lins, talvez nosso músico mais respeitado lá fora, principalmente nos Estados Unidos, conseguiu a façanha de figurar nessa lista.
Ok, tem quem não goste.
Mas deixar esses três ícones da música mundial de fora e "empurrar goela abaixo" Britney Spears e Justin Timberlake, não é um pouco surreal demais?
Como diriam os bons e velhos Titãs, os críticos aderiram um pouco, talvez pra efeitos comerciais, à filosofia da "melhor banda de todos os tempos da última semana!"
Enfim, como eu disse, é só uma lista compilada por 90 pessoas. O resto tem uma lista própria na sua cabeça. E não tem como agradar a todo mundo, não é?
Mas é um bom guia de referências e curiosidades.
E ficou bem na minha estante.

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quarta-feira, 18 de março de 2009

Boas-vindas aos amigos do boteco!

"Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade sanidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Louco que senta e espera a chegada da lua cheia. Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Pena, não tenho nem de mim mesmo e risada só ofereço ao acaso. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril." (Marcos Lara Resende)

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