Em roda de amigos tem gente de todo jeito.
Tem o intelectual, tem o conselheiro, tem o bom ouvinte, tem o tagarela, tem o workaholic, tem o machista... Falando em machista, me lembrei de uma reunião num boteco, onde estavam também as digníssimas esposas, namoradas e acompanhantes.
O papo rolando agradável... Falando de casais que se ajudam em casa, cuidam juntos dos filhos etc.
Num determinado momento, um amigo solta a pérola: “- Eu não troco uma fralda do meu filho!!!”
Alguns amigos riram, já conhecendo a figura, mas as mulheres, na sua totalidade, entreolharam-se perplexas!
E, para piorar, ele ainda continuou: “- Eu já trabalho o dia inteiro, levo dinheiro pra casa, e ainda tenho que trabalhar em casa? Tá louco?”
A mulher dele até quis justificar, mas o rebuliço estava formado.
“Em que século você vive, seu troglodita?!” Essa foi, em resumo, a frase mais falada pelas mulheres, enquanto o instigador ria...
Bom, pelo menos mais uma hora de discussão estava garantida.
Tem o intelectual, tem o conselheiro, tem o bom ouvinte, tem o tagarela, tem o workaholic, tem o machista... Falando em machista, me lembrei de uma reunião num boteco, onde estavam também as digníssimas esposas, namoradas e acompanhantes.
O papo rolando agradável... Falando de casais que se ajudam em casa, cuidam juntos dos filhos etc.
Num determinado momento, um amigo solta a pérola: “- Eu não troco uma fralda do meu filho!!!”
Alguns amigos riram, já conhecendo a figura, mas as mulheres, na sua totalidade, entreolharam-se perplexas!
E, para piorar, ele ainda continuou: “- Eu já trabalho o dia inteiro, levo dinheiro pra casa, e ainda tenho que trabalhar em casa? Tá louco?”
A mulher dele até quis justificar, mas o rebuliço estava formado.
“Em que século você vive, seu troglodita?!” Essa foi, em resumo, a frase mais falada pelas mulheres, enquanto o instigador ria...
Bom, pelo menos mais uma hora de discussão estava garantida.

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