Fatos:
1 - A universidade é acessível para todos, através de um vestibular.
2 - O vestibular qualifica os mais preparados, independentemente de raça, credor, cor, condição social, cor dos olhos, tamanho da mão, tipo sanguíneo... Como eu disse, é fato!
3 - A maioria das vagas é ocupada por alunos de ensino privado e público de qualidade superior.
4 – Os fatos anteriores comprovam empiricamente que o erro está na qualidade inferior do ensino de escola pública, NUNCA, JAMAIS, NA UNIVERSIDADE!
Solução:
Ora, com base nas informações acima, a única solução possível para o problema de ensino no Brasil é a melhoria dos ensinos fundamental e médio, onde estuda a maioria da população carente do país, elevando-os ao mesmo patamar das escolas que conseguem colocar seus alunos numa universidade. Simples assim! Sem tecnicismos e complexidades.
Mas... Porém... Contudo... Todavia... Onde a Política (ou politicagem, como preferir) estende seus ferozes caninos em busca de seus necessários votos, tudo muda de figura.
Como sabemos, já está no Congresso (significa que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados), o projeto de lei que pretende ‘segregar’ metade (isso mesmo, metade!) das cotas das universidades públicas para alunos de baixa renda, “pardos”, advindos de escolas públicas.
Algumas universidades, geridas por reitores ligados a conhecidos partidos políticos, já aderiram ao sistema, criando uma das primeiras consequências desse absurdo projeto: alunos sem a devida qualificação tomaram o lugar de alunos que comprovadamente aprovados nos vestibulares. Em outras palavras, alunos com nível de escolaridade comprovadamente menor tomam vagas de alunos que ingressam pelo sistema normal, sem reserva de cotas.
Se o projeto vingar, consequências muito mais nefastas surgirão no decorrer do tempo. Uma delas, certamente, é a diminuição na “qualidade da aprendizagem”, em curto prazo, e, fatalmente, na “qualidade do ensino”, em médio prazo. Sem falar no nível de pesquisa do país, que dependem de contribuições e patrocínio para sobreviver.
Alguém que vai investir seu dinheiro em algo duvidoso?
Eu sei, obviamente, que muita gente defende esse sistema sob os mais diversos fundamentos: que parte dos brasileiros não consegue acesso à universidade (e aos benefícios sociais) devido à herança cultural escravagista do país, que os técnicos chamam de “grupos étnicos historicamente prejudicados”, que a má distribuição de renda e a segregação da população pobre é uma questão antropológica, etc. A essas pessoas, deixo clara a minha opinião: nada disso me importa!
Não pretendo discutir aqui sobre pobre, rico, feio bonito, aquela raça ou aquela outra, que, para mim, é bobagem que existe. Qualquer tipo de preconceito, para mim, é burrice! Coisa de gente intelectualmente inferior, com mentalidade ultrapassada. Existe uma raça só, o “ser humano”, a quem precisa ser dado todo tipo de oportunidade!
Importa-me, por isso, a justiça a qualquer custo!
Ora, se alguns alunos conseguem atingir as notas necessárias no vestibular para ingressar na universidade, e outros não, onde está o problema? Na universidade?
A solução é abrir vagas às pancadas, num modelo americano que não deu certo? Ou resolver o problema dos ensinos fundamental e médio?
Num momento especial em que vive o país, em que a mídia vem destacando os assuntos relacionados à educação, dando ênfase à má qualidade de ensino do país e à meritocracia como uma de suas soluções, a politicagem resolve, simplesmente, ignorar qualquer tipo de discussão e apela, mais uma e cansativa vez, ao populismo.
Colocar gente despreparada nas universidades é populismo. É a forma mais fácil de conseguir comprar votos sem ter que pagar.
Mas a que custo?
O sistema de cotas não resolve qualquer problema de hipotética discriminação, porque cria, por outro lado, um problema de discriminação para os grupos não beneficiados.
E mais, o sistema de cotas trata da consequência e não da causa do problema.
Investir na infra-estrutura da educação é uma solução que demanda tempo, talvez décadas, mesmo sendo a melhor possível (a única!). Só que o mandato no Brasil é de oito anos para os senadores e quatro anos para os demais cargos do executivo. Seria muito pretender que um governante deixasse seus louros para outros colherem em seu lugar.
É uma solução paliativa, que cria um problema futuro muito maior. Enfim, se essa decisão retrógrada e monstruosa passar, veremos o país dar um tiro no próprio pé, a passos largos no caminho contrário ao da evolução.
1 - A universidade é acessível para todos, através de um vestibular.
2 - O vestibular qualifica os mais preparados, independentemente de raça, credor, cor, condição social, cor dos olhos, tamanho da mão, tipo sanguíneo... Como eu disse, é fato!
3 - A maioria das vagas é ocupada por alunos de ensino privado e público de qualidade superior.
4 – Os fatos anteriores comprovam empiricamente que o erro está na qualidade inferior do ensino de escola pública, NUNCA, JAMAIS, NA UNIVERSIDADE!
Solução:
Ora, com base nas informações acima, a única solução possível para o problema de ensino no Brasil é a melhoria dos ensinos fundamental e médio, onde estuda a maioria da população carente do país, elevando-os ao mesmo patamar das escolas que conseguem colocar seus alunos numa universidade. Simples assim! Sem tecnicismos e complexidades.
Mas... Porém... Contudo... Todavia... Onde a Política (ou politicagem, como preferir) estende seus ferozes caninos em busca de seus necessários votos, tudo muda de figura.
Como sabemos, já está no Congresso (significa que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados), o projeto de lei que pretende ‘segregar’ metade (isso mesmo, metade!) das cotas das universidades públicas para alunos de baixa renda, “pardos”, advindos de escolas públicas.
Algumas universidades, geridas por reitores ligados a conhecidos partidos políticos, já aderiram ao sistema, criando uma das primeiras consequências desse absurdo projeto: alunos sem a devida qualificação tomaram o lugar de alunos que comprovadamente aprovados nos vestibulares. Em outras palavras, alunos com nível de escolaridade comprovadamente menor tomam vagas de alunos que ingressam pelo sistema normal, sem reserva de cotas.
Se o projeto vingar, consequências muito mais nefastas surgirão no decorrer do tempo. Uma delas, certamente, é a diminuição na “qualidade da aprendizagem”, em curto prazo, e, fatalmente, na “qualidade do ensino”, em médio prazo. Sem falar no nível de pesquisa do país, que dependem de contribuições e patrocínio para sobreviver.
Alguém que vai investir seu dinheiro em algo duvidoso?
Eu sei, obviamente, que muita gente defende esse sistema sob os mais diversos fundamentos: que parte dos brasileiros não consegue acesso à universidade (e aos benefícios sociais) devido à herança cultural escravagista do país, que os técnicos chamam de “grupos étnicos historicamente prejudicados”, que a má distribuição de renda e a segregação da população pobre é uma questão antropológica, etc. A essas pessoas, deixo clara a minha opinião: nada disso me importa!
Não pretendo discutir aqui sobre pobre, rico, feio bonito, aquela raça ou aquela outra, que, para mim, é bobagem que existe. Qualquer tipo de preconceito, para mim, é burrice! Coisa de gente intelectualmente inferior, com mentalidade ultrapassada. Existe uma raça só, o “ser humano”, a quem precisa ser dado todo tipo de oportunidade!
Importa-me, por isso, a justiça a qualquer custo!
Ora, se alguns alunos conseguem atingir as notas necessárias no vestibular para ingressar na universidade, e outros não, onde está o problema? Na universidade?
A solução é abrir vagas às pancadas, num modelo americano que não deu certo? Ou resolver o problema dos ensinos fundamental e médio?
Num momento especial em que vive o país, em que a mídia vem destacando os assuntos relacionados à educação, dando ênfase à má qualidade de ensino do país e à meritocracia como uma de suas soluções, a politicagem resolve, simplesmente, ignorar qualquer tipo de discussão e apela, mais uma e cansativa vez, ao populismo.
Colocar gente despreparada nas universidades é populismo. É a forma mais fácil de conseguir comprar votos sem ter que pagar.
Mas a que custo?
O sistema de cotas não resolve qualquer problema de hipotética discriminação, porque cria, por outro lado, um problema de discriminação para os grupos não beneficiados.
E mais, o sistema de cotas trata da consequência e não da causa do problema.
Investir na infra-estrutura da educação é uma solução que demanda tempo, talvez décadas, mesmo sendo a melhor possível (a única!). Só que o mandato no Brasil é de oito anos para os senadores e quatro anos para os demais cargos do executivo. Seria muito pretender que um governante deixasse seus louros para outros colherem em seu lugar.
É uma solução paliativa, que cria um problema futuro muito maior. Enfim, se essa decisão retrógrada e monstruosa passar, veremos o país dar um tiro no próprio pé, a passos largos no caminho contrário ao da evolução.

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