sábado, 21 de março de 2009

Papo de boteco: o consciente.

Conversa de boteco é igual a papo de pescador: sempre aumentam o tamanho do peixe. Numa mesa de bar é assim, principalmente numa roda de amigos que saem juntos com frequência. Um simples boato ou um fato acontecido com um deles, ganha mais um capítulo a cada reunião. Vira história obrigatória!
Quer ver?
Um amigo, certa vez, tomou umas a mais e, quando voltava pra casa, findando a madrugada, consciente (ou inconsciente, rs) do seu atual estado de embriaguez, simplesmente parou o carro no acostamento de uma das principais avenidas da cidade, encostou a cabeça no volante e dormiu... com o motor ligado!
Disse ele, no outro dia, que acordou logo ao amanhecer, se espreguiçou e foi pra casa, se preparar para o seu trabalho.
Como eu disse, essa foi a versão dele.
Na primeira vez que reunimos os amigos num boteco, a história ganhou novas caras. Um amigo afirmou, fonte segura, que o pinga ruim foi acordado com batidas na janela por um policial: “- Eu tô bem, seu guarda, só não estava me sentindo bem e “resolvi” parar pra descansar...”
Ao ver o estado vergonhoso do ressaqueado, o policial penalizado: “- Vai pra casa, filho.”
No boteco seguinte, o policial já era mulher...
No próximo, a policial já era bonita e, inclusive, trocaram telefones...
Enfim, essa história ainda vai longe!

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